terça-feira, 15 de setembro de 2009

Como escolher?


O título deve definir o blog. Definir tudo que aqui irá existir. Tudo que ainda está por vir. Mas, há como prever? Acho que é por isso que a maioria dos autores nomeia seus livros depois de prontos... Quem dera um blog pudesse mudar de nome conforme o vento o levasse. Com essas dificuldades vamos começar do princípio:
Por que fazer um blog? Um blog surge na necessidade de um Blogueiro de expressar pensamentos e opiniões e, espero que seja o caso, alguém, em algum, lugar de querer ler. Para um blog ter sucesso precisará que várias pessoas queiram ler o que nele está exposto. "Cultura de massa", um apocalíptico ou outro pode reclamar. "Alienação", dirá aquele Adorniano mais exaltado. "Troca de idéias" eu responderei.  Como passar essas idéias de forma fácil e com uma boa dose de entretenimento? Crônicas.
Um bom nome deve rimar? "Você tá de brincadeira", dirá aquele rapaz que estuda literatura moderna. "Estamos aqui para confundir", respondo com o orgulho todo em pé, como um grito de independência que o blog poderia, mas não vai representar. Está decidido, vamos rimar.
Qual nome escolher? Quando penso em “Crônicas”, invariavelmente penso em “cômicas”. Talvez pelo som parecido, na verdade não sei explicar. Mas se pararmos para pensar em expressões como: “Crônicas Cômicas”, “Cômicas Crônicas” ou ainda, “Crônicas e cômicas”, não parecem expressões Cacofónicas? Como se uma Crônica ser cômica não fosse mais que uma obrigação. Longe de mim, dizer que essa nobre escola literária tem que sempre ter graça. Mas que tem alvará para ser sempre que quiser, isso tem.
Já que vamos rimar vamos começar a estudar o caso. “Crônicas” rima com... “Anatômicas”, “Econômicas”, “Fisionômicas”, “Gastronômicas”. Começo a acha que esse não é o ponto.
Teremos que saber o que o site tem por objetivo novamente. Hmm... Acho que era expressar idéias através de crônicas. Idéias do que? Só idéias? Então talvez o título que melhor possa representar seja “Crônicas Afônicas”.  Histórias que não dizem nada sobre coisa nenhuma. Mas não quero que seja assim. Eu quero que tenham som, que tenham voz, que representem algo, que mostrem ao que vieram. Quero crônicas que mostrem o que o mundo representa para mim... Eu quero “Crônicas Icônicas”.

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